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ADVERSÁRIOS FAMOSOS DA EVOLUÇÃO

 

Em sua tentativa de explicar o inexplicável, o homem criou lendas que até hoje dificulta o entendimento de muitos, levando-os a lutar contra as provas científicas.  Ante as grandes descobertas, gigantescos esforços já foram e continuam sendo feitos na tentativa de invalidar o verdadeiro conhecimento.

 

JAMES USSHER (1581-1656) - O bispo irlandês somou a idade dos profetas e fixou a criação do mundo na noite que antecedeu o dia 23 de outubro de 4004 a.C., um domingo, no calendário juliano. Ussher calculou também o dia da expulsão de Adão e Eva do paraíso (segunda-feira, 10 de novembro de 4004 a.C.) e a data em que a Arca de Noé encalhou no Monte Ararat depois que as águas do dilúvio baixaram (quarta-feira, 5 de maio de 2348 a.C.).

 

WILLIAM PALEY (1743-1805) - O teólogo inglês sustentou que há elementos tão perfeitos na natureza que só podem ser obra divina. Dizia Paley: assim como o relógio de pulso foi resultado do intelecto humano, o olho só pode ter sido criado por um designer inteligente.

 

GEORGES CUVIER (1769-1832) - Pioneiro da paleontologia moderna, o naturalista francês identificou espécies de dinossauro fósseis, mas atribuiu sua extinção ao fato de não terem conseguido embarcar na Arca de Noé.

 

SAMUEL WILBERFORCE (1805-1873) - O bispo de Oxford polemizou com Charles Darwin, a quem acusou de bestializar a humanidade ao defender um ancestral comum ao homem e ao macaco.

 

CHARLES HODGE (1797-1878) - O teólogo americano via o darwinismo e o ateísmo como sinônimos. Ele defendia a infalibilidade da Bíblia e fez campanha contra o ensino da teoria da evolução.

 

WILLIAM JENNINGS BRYAN (1860-1925) - Advogado e político americano, foi o promotor no julgamento de um professor que desafiou a proibição do ensino do darwinismo em escolas públicas. O caso ficou conhecido como o 'julgamento do macaco'.

 

HENRY MORRIS (1918-2006) - O engenheiro americano fundou a mais influente organização de cientistas cristãos contrários ao darwinismo - o Instituto para Estudos da Criação -, ponto de referência do criacionismo nos Estados Unidos e no mundo.

 

PHILIP JOHNSON (1940) - O advogado americano sustenta que só um "designer inteligente" - isto é, Deus - pode explicar as 'criaturas incríveis' da natureza.

 

(Veja, 11 de fevereiro/2009)

 

 

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