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SEDE DE VINGANÇA
18/07/2009

Satânico é meu pensamento a seu respeito e ardente é o meu desejo de te apertar em minha mão, numa sede de vingança incontestável pelo que me fez ontem.

A noite quente e calma chegara a ser angustiosa. Você apareceu, e, nesta cama, aconteceu: Sorrateiramente se aproximou, sem o mínimo de pudor.  Encostou o seu corpo sem roupa no meu corpo nu. Percebendo minha aparente indiferença, aconchegou-se a mim e mordEu-me sem escrúpulos até os mais íntimos lugares jamais tocados de meu casto corpo. E adormeci.
Hoje, quando acordei, procurei-o numa ânsia ardente, mas em vão. Deixou provas irrefutáveis do que ocorreu na noite que passou: grandes manchas no meu corpo e o alvo lençol salpicado de sangue. Esta noite recolho-me mais cedo para, na mesma cama, esperar você.
Oh! Quando chegar, nem quero pensar com que perspicácia, avidez e força eu quero te pegar para que não escape mais de mim. Em minhas mãos quero te apertar até o fim. Não haverá parte do seu corpo que os meus dedos não tocarão. Só descansarei quando vir sair o sangue quente de seu corpo.
Só assim, livrar-me-ei de você,

PERNILONGO filho de uma puta!!!
 

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