SOUTIEN SUTIÃ

 

"E em 1914 a socialite americana Mary Phelps Jacob, fez uma espécie de porta-seios tendo como material dois lenços, uma fita cor-de-rosa e um cordão. Fez isso para libertar-se do espartilho que era um verdadeiro suplício para as mulheres. E em 1 de novembro daquele ano registrou a patente do sutiã como o conhecemos hoje. Depois de confeccionar cópias para as amigas, resolveu comercializar a invenção.

Mais interessada no sucesso de sua criação nas festas do que nas lojas, acabou por vender a patente por 1550 dólares para a Warner Bros. Isso mesmo, a produtora cinematográfica Warner Brothers. Essa mesma das séries Friends, Mentalist, Dallas e outras.

Nos 30 anos seguintes, a empresa iria faturar 15 milhões de dólares com esta peça de roupa. Se corrigida, a soma chegaria hoje à casa de bilhão de dólares."

<http://entretenimento.r7.com/blogs/bemvindo-sequeira/2013/11/01/quem-inventou-o-sutia/>
 

O sutiã ou soutien (termo francês que significa "apoio, suporte")[1] é um tipo de roupa usado por mulheres, servindo para a proteção e sustentação dos peitos das mulheres."

 

História

Em 1914, Mary Phelps Jacob patenteava, nos Estados Unidos, o sutiã. A invenção tinha o objetivo de acomodar o seio, possibilitando moldá-lo, diminuí-lo, escondê-lo ou exibi-lo. Transformou a coadjuvante roupa de baixo em protagonista do figurino da mulher com lingeries sensuais. Antes escondido, hoje é usado até como roupa de cima. Porém, no dia 17 de Julho de 2012, o Departamento de Arqueologia da Universidade de Innsbruck na Áustria descobriu a peça íntima nos porões de um castelo da região austríaca de Lengberg. A descoberta entrou para a história, segundo Hilary Davidson, do Museu de Londres, que afirmou a descoberta ter o poder de "reescrever totalmente" a história da moda.

Esta peça de roupa tornou-se um aliado na busca da beleza, do conforto e da sedução.

Tudo começou com um gesto de rebeldia. Jovem nova-iorquina, Mary Jacobs revoltou-se contra o espartilho de barbatana que não só a apertava como "sobrava" no vestido de noite que acabara de comprar. Com a ajuda de sua empregada, fez uma espécie de porta-seios tendo como material dois lenços, uma fita cor-de-rosa e um cordão. Depois de confeccionar cópias para as amigas, resolveu comercializar a invenção. Mais interessada no sucesso de sua criação nas festas do que nas lojas, acabou por vender a patente por 1 550 dólares estadunidenses para a Warner Bros. Nos 30 anos seguintes, a empresa iria faturar 15 milhões de dólares estadunidenses com esta peça de roupa.

Há milênios, as mulheres vinham procurando uma matéria-prima para confeccionar algo que desafiasse a lei da gravidade e sustentasse os seios. Referências revelam que em 2000 a.C., na Ilha de Creta, elas usavam tiras de pano para modelá-los. Mais tarde, as gregas passaram a enrolá-los para que não balançassem. Já as romanas adotaram uma faixa para diminuí-los. O espartilho surgiria na Renascença para encaixar a silhueta feminina no padrão estético imposto pela aristocracia. Por meio de cordões bem amarrados, ele apertava os seios a tal ponto que muitas desmaiavam. O sutiã apareceu para libertar a mulher daquela ditadura.

Na década de 1920, os sutiãs compunham o estilo dito "garçonne" (termo francês que significa "menina moleque")[2] e achatavam o busto. Nos anos 1930, a silhueta feminina volta a ser valorizada. Surgem os bojos de enchimento e as estruturas de metal para aumentar os seios. Nos 1950, com o advento do nylon, as peças ficam mais sedutoras e conquistam as estrelas de Hollywood. Nos 1960, as feministas queimam em praça pública a peça, que consideravam símbolo da opressão masculina sobre as mulheres.

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Suti%C3%A3>

 

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