ÁGUAS VERMELHAS E PRAGAS DO EGITO

 

Satélite flagra águas do rio Nilo vermelhas como sangue e estudiosos lembram praga do Egito
Publicado por Tiago Chagas em 15 de abril de 2016

 


 

Uma imagem do rio Nilo, no Egito, feita por satélite, mostra as águas e algumas áreas do deserto da região vermelhas, lembrando a narrativa do livro do Êxodo.

O flagrante foi registrado pelo satélite Sentinel-3ª, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), e recebeu destaque na mídia israelense por causa da proximidade com a celebração pascal judaica, que segue o calendário bíblico e é comemorada no dia 21 de abril.

A Páscoa, para os judeus, é a celebração religiosa mais importante, pois é quando relembram a passagem no Mar Vermelho, em fuga do Egito, e também as dez pragas que foram ordenadas por Deus contra aquela nação.

Segundo informações do Breaking Israel News, diversos religiosos judeus comentaram o registro da ESA, pois a praga do sangue (“dam”), em hebraico, foi a primeira enviada contra os egípcios.

Muitos pesquisadores alegam que a primeira praga narrada no Êxodo pode ser explicada pela proliferação de algas de cor avermelhada, muito comuns na região do Nilo nessa época do ano.

Reforça esse argumento o fato de que
o flagrante do satélite é resultado da vegetação de cor avermelhada que, por causa do calor, cresce de forma exponencial nessa época. Junta-se a isso o fato de que as lentes infravermelhas do satélite são planejadas para flagrar fontes de calor extremo no solo, como parte de uma pesquisa sobre o clima global.

Em contrapartida, os estudiosos pontuam que a Bíblia Sagrada relata que toda a água do Egito se transformou em sangue quando Deus enviou a praga, e não apenas as águas do rio Nilo.

http://noticias.gospelmais.com.br/praga-egito-satelite-flagra-aguas-nilo-vermelhas-sangue-82272.html

 

Tentar explicar pragas do Egito é perda de tempo; uma vez que as análises arqueológicas e históricas concluíram que o povo de Israel não viveu no Egito, o êxodo não existiu, não existindo nenhum vestígio no deserto de uma multidão peregrinando por lá.  Se um pouquinho de pessoas seria suficiente para deixar vestígios que seriam encontrados por arqueólogos, dois milhões de pessoas por quarenta anos num deserto deixariam pistas muito acima do necessário para provar.

 

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