JESUS FORA DA BÍBLIA

 

Como, nos dias apontados como da vida de Jesus, nenhum escritor fez referência a ele, cristãos atuais tentar provar sua existência com textos de mais de meio século depois da data em que dizem que ele foi crucificado, o que só aumenta a dúvida sobre ele ter existido.

 

 

O texto mais antigo apresentado, dito retirado de Anais15.44, é apontado como escrito por Tácito por volta do ano 115.  Nenhum escritor dos dias do reinado de Tibério fez qualquer referência a Jesus e seus seguidores.  Se mais de sessenta anos depois disso alguém disse que essa crença, chamada "superstição", "rompeu novamente", sabemos ter ele escrito o que ouviu dizer.  Outro fator que levanta suspeita é que, por séculos, nenhuma autoridade da igreja citava esse texto.

 

O texto de Plínio, o jovem (Plínio, o velho, que viveu nos dias em que teria vivido Jesus não soube da existência desse homem-deus) é do ano 117, época em que já teria decorrido tempo para alguém dizer que seu líder executado ressuscitara e não existir mais ninguém vivo para desmentir, passando o boato a adquirir força de verdade, uma vez que toda a população já acreditava que os mortos pudessem ressuscitar.   Crença na ressurreição já existia entre os judeus havia séculos, e os mitos greco-romanos também confirmavam a idéia.

 

O texto de Philegon, ano 121, já fala de um fato que parece não ter acontecido.  Pois eclipses devem ter ocorrido muitos durante o reinado de Tíbério, como sempre ocorre a todo tempo.  Mas um "grande terremoto" é coisa de que não se tem registro na época.  Ademais, se o que chama de "eclipse" for uma escuridão de três horas sobre toda a Terra, podemos ter certeza de que ele acreditou em boato criado muitas décadas depois da data apontada, porque, nem na Palestina, nem em qualquer parte da Europa ou da Ásia, ninguém registrou a ocorrência de algo tão incomum, que deveria ser percebido por mais da metade do mundo.

 

Essas referências a Jesus terem surgido tantas décadas depois de seus ditas só corroboram a suspeita de que ele não passa de um mito.  Pois, se fosse real, os vários escritores de sua época teriam teriam falado alguma coisa sobre ele.


 

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