OS MILAGRES DE JESUS NÃO ACONTECERAM. FORAM INVENTADOS

José Boy

 

É de estarrecer, de pasmar e de causar a maior e mais profunda admiração, como uma imensa multidão de homens ilustrados, cultos, inteligentes e letrados, em plenas luzes do Século XI, diante do gigantesco, célere e admirável progresso da ciência em todos os ramos, especialmente da medicina, não desvendam os olhos, para ver, não encontram um minuto sequer para meditar sobre o absurdo bíblico da cura de doenças através do exorcismo (expulsão de demônio - (como teria feito Jesus).

Como brilhantes intelectuais, ínclitos membros de Tribunais Superiores, Escritores de nomeada, conspícuos Membros de Academias de Letras e mesmo médicos e cirurgiões talentosos ainda possam acreditar aceitar as narrativas bíblicas dos milagres que teriam sido praticados por Jesus, curando todo o tipo de doenças, desde a cegueira à tetraplegia, através da expulsão demônios que atormentavam as pessoas portadoras de deficiências físicas e enfermidades diversas, como se os demônios fossem os responsáveis diretos e únicos pela moléstias de que padeciam todos aqueles inditosos e infelizes indivíduos, quando, hodiernamente, até crianças sabem, que as doenças têm causas físicas, são tratadas eficientemente pela medicina, através de poderosos medicamentos, de intervenções cirúrgicas e outros procedimentos e nunca por práticas exorcistas como consta dos evangelhos.

A sabedoria popular cunhou um anexim: "o pior cego é aquele que não quer ver". É só parar e pensar um pouquinho, para concluir que demônios não são a origem das doenças de que padece a humanidade.

É preciso pensar um pouco, meditar por alguns instantes e com independência e coragem intelectual, livre das peias, receios e temores religiosos, alforriados e libertos da lavagem mental imposta, desde tenra idade, por pais simples e crédulos e/ou por argutos, enganadores e falazes líderes dos variados ramos da religião cristã, para se chegar à lógica e inevitável ilação de que as narrativas dos milagres de Jesus não passam de abestalhadas, infantis, senão grosseiras invencionices, arquitetadas pelos astutos e ardilosos autores dos evangelhos, segundo as crenças das pessoas daquela remota época em que viveram.

Não resta qualquer resquício de dúvida de que os milagres do Nazareno são enganosa, equivocada e falsa seqüência de mentiras engenhosamente ideadas ou plagiadas de outros deuses mais antigos, para enganar os incautos iletrados e analfabetos crédulos, que constituíam a maioria absoluta da população naqueles idos tempos.

Representam uma das maiores inverdades dos escritos em todas épocas, são, ululantes e estrepitosas falsificações, entre as inúmeras e grotescas farsas contidas de toda a bíblia. É claro que nunca se curou, em época alguma, doenças como a cegueira, mudez, tetraplegia através de expulsão de demônios.

Mas, vejamos os motivos que levaram a grande farsa: no afã de criar um novo Deus-Redentor, os milagres foram inventados pelos autores dos Evangelhos, que, aliás, não são as pessoas neles indicadas como escritores, mas anônimos, que usando o que os teólogos modernos chamam de pseudoepigrafia, colocaram nomes fictícios (pseudônimos) nos evangelhos como Mateus, Marcos, Lucas e João, este último analfabeto, como se lê em Atos, cap. 3, vers.13, e nesta condição impossibilitado de escrever o último evangelho.

Era muitíssimo comum o uso da pseudoepigrafia, naqueles tempos. A pseudografia consiste em escrever uma obra e colocar como autor uma pessoa de grande importância e expressão, para dar caráter de verdade ao escrito. Ainda hoje usa-se o pseudônimo.

Ora, ora, doenças não são curadas através de exorcismos como ainda fazem os índios e alguns umbandistas, porque as enfermidades que atacam os humanos nunca foram e nem serão obra de demônios, o que deixa desmoralizado tudo que inventaram nos quatro evangelhos fazendo ruir a base de todas as religiões cristãs.

Lê-se, "exempli gratia", em MATEUS 4:23-24, 9:32-33, 12:22, 17:14-18, MARCOS 1:23-26, 32-34, 5:2-16, 9:17-29, 16:9, LUCAS 11:14, 4:33-35, 8:2, 27-36, 9:38-42, ATOS 8:7, 16:16-18, que tanto as doenças físicas quanto as mentais seriam causadas por possessão demoníaca e só poderiam ser curadas pelo exorcismo e assim inventaram que Jesus teria usado o exorcismo para curar todo tipo de doentes que lhe foram apresentados ou com os quais encontrou. A mentira é pura; a inverdade evidente. É só ter um pouco de bom senso, para chegar a esta inferência.

Vamos repetir: de surrado e comezinho conhecimento, que as doenças têm suas causas que podem ser tratadas, através de medicamentos e intervenções cirúrgicas e outros procedimentos. Nenhum médico faz uso do esconjuro (exorcismo) para tratar, em seus consultórios, ou em hospitais, ou clinicas especializadas, dos doentes que os procuram.

Só o fato de afirmarem os autores dos evangelhos que Jesus curava surdos, mudos, coxos, doentes mentais expulsando demônios e permitindo que estes entrassem em manadas de porcos, deixa totalmente mentirosas e completamente inverídicas e, por conseguinte, desmoralizados as insólitas narrativas dos evangelistas, diante dos conhecimentos científicos hodiernos.

É de perquirir, ou Jesus estava enganado (o que não se admite, porque se inculcava Deus - eu e o pai somos um - João: cap. 10, vers.30) ou estava enganando os incautos, otários, trouxas e analfabetos, grande maioria da população na época, inclusive dos chamados apóstolos.

É de bom alvitre lembrar que nos dias de hoje, grandes e eminentes teólogos católicos e até protestantes estão afirmando que os demônios não existem. O Padre Quevedo, Doutor em Teologia, um dos homens mais cultos teólogos da Igreja Católica Romana, afirmou, em entrevista a jornalista brasileiro, “Satanás e os demônios não existem". São apenas a personificação do mal.

Ora, se os demônios, segundo maiores e mais notáveis teólogos atuais, não existem, como é que Jesus curava todo o tipo de doenças através da expulsão de demônios que estariam no corpo dos doentes.  Estas conclusões a que chegaram os mais conspícuos teólogos, Professores de Grandes Faculdades, da atualidade, deixa que mentirosa a narrativa dos milagres de Jesus.

Analisemos, a famosa e conhecida expulsão dos demônios que estavam encarnados em dois pacientes, episódio que teria acontecido em Gadara: depois de expulsos os demônios pediram a Jesus licença (?) para entrar em uma manada de porcos, que ali passava, segundo a Bíblia (Mateus, 8, vers. 38 e segs,; Marcos, 5: 1-20; Lucas, 8: 26-39). Teriam sido, portanto, três milagres: 1- a expulsão dos demônios; 2- a criação de manadas de porcos, em lugar onde eram impuros pela Lei Mosaica (vide regras de alimentação e abominações judaicas em Levíticos capítulo 11);3- e o maior de todos, o deslocamento do mar, por muitos quilômetros, até o meio do deserto da Palestina, visto que Gadara não era banhada por mar.

Pois bem. Naquele tempo, não podia existir mar por perto, porque na geografia estudados pelos entendidos, mostra a região totalmente seca do local nos dias de hoje. Demônios poderosos esses, pois os porcos teriam percorrido 100 km, em linha reta para o oeste, se quisessem cair no mar porque inicialmente era indicada a cidade chamada Gerasa, mas como esta distava do local da expulsão dos demônios de 70km a 100km alteraram o texto bíblico indicando outra cidade mais próxima, até chegaram a Gadara, porém a cidade fica a 10km de distância do mar, então a manada de porcos teria percorrido 10 km para se lançar ao mar. Porquinhos espertos, atletas e velozes hein? Correr muitos quilômetros, para se lançar no mar. Se considerarmos a cidade de Gerasa ou mesmo 10 km, conforme falsificação feita no evangelho, não seria muito para os pobres porquinhos que se tornaram endemoniados? ( uma estória que causa até riso)

Outro grande acontecimento milagroso: em MATEUS 27:52-53 está escrito que os corpos dos santos mortos se levantaram dos túmulos e invadiram a cidade de Jerusalém, por ocasião da suposta ressurreição de Jesus, tendo havido trevas em pleno dia. Seria outro grande milagre. Todavia, nenhum um historiador da época fala nisto. Seria um fato insólito e assustador e nunca visto uma ressurreição em massa, que poderia causar até em grande susto e medo em toda população. (É! Somente pela fé que se deve aceitar tamanha sandice A fé e a lógica parece não combinarem muito. A fé não exige lógica e nem raciocínio. A fé é cega- (ou medo da morte leva a cegueira espiritual?).

E mais ainda, a propósito do milagre da ressurreição:- É de se perguntar, porque Jesus, tendo ressuscitado, não apareceu diante de seus acusadores, do governador Pôncio Pilatos, do Rei Herodes e dos membros da corte que o julgou, dizendo “vocês me mataram, mas eu estou aqui, vivo tudo para ficar evidente, inquestionável a sua ressurreição.  Supostamente, teria Jesus aparecido apenas para um grupo de seus analfabetos e simplórios discípulos e até para apenas 500 pessoas, em algum (?) lugar). Não dá para acreditar. Os juristas romanos proclamavam : "FRAUS INTER PROXIMOS FACILE PRESUMITUR."´ a fraude entre próximos é facilmente presumida.

O maior e mais impressionante "milagre", de Jesus, quando perambulou pela Palestina dois ou três anos, seria a ressurreição de Lázaro, narrada apenas pelo Evangelho de São João (cap. 11, vers. 1 a 46.). Lázaro havia sido sepultado quatro dias antes. Sabem por que razão os outros três evangelhos não registraram o mais importante "milagre"? Porque ele nunca aconteceu. A narrativa de S. João é cópia servil do milagre atribuído a outro deus mais antigo, o deus Hórus do Egito, que segundo os escritos egípcios teria ressuscitado o homem de nome El-Azar-us (note a semelhança com o nome de Lázaro),

Alguns judeus, já fora da Palestina, de onde foram expulsos, ficaram inteiramente desiludidos com a promessas das profecias do velho testamento de que surgiria um Rei nascido normalmente, filho de descendente de Rei David, que os libertaria do jugo dos assírios, babilônicos, persas, gregos e romanos.

Depois da destruição de Jerusalém e da expulsão de todos eles, da Palestina (diáspora), pelo General Romano Tito criaram a figura de um avatar ou deus redentor, ao qual atribuíram no nome de Jesus, copiando e plagiando, servilmente, as qualidades e atributos e lendas relativas a outros deuses, de outros povos, muito mais antigos, como os deuses-redentores HORUS (egípcio) Mitra (o mitraismo era, na época, a religião dominante entre os romanos), Buda, Zoroastro etc.

Vejam Ísis era virgem quando pariu Hórus no dia 25 de dezembro. Ele teve 12 discípulos e após ser enterrado, ressuscitou. Hórus praticou milagres e ressuscitou, repetimos, um homem chamado El-Azar-us (note a semelhança com o nome de Lázaro) - foi onde o escritor do Evangelho de São João foi copiar a lenda da Ressurreição de Lázaro) Hórus era conhecido como o Filho Ungido de Deus, a Verdade, a Luz. E sabe como se escrevia o Ungido na língua de Hórus? Simplesmente "KRST"!

Aos 12 anos, era uma criança prodígio nos ensinamentos, e aos 30 anos, ele foi batizado, e assim começou seu ministério.  (Apud João de Freitas, in Oficina de Letras). Vamos frisar: não falamos de Jesus, mas de Hórus, antigo deus do Egito.

Todos os grandes avatares e deuses-redentores nasceram de uma virgem, sem a participação do sêmen masculino. Horus, Mitra, Buda, Zoroastro (fundador de antiga religião), TODOS TERIAM NASCIDO DE JOVEM VIRGEM. Até o Boi Apis, bovino adorado como deus, no antigo Egito, teria nascido de uma VACA VIRGEM!! Não sei porque todos os deuses-redentores das diversas religiões antigas tinha que nascer de uma virgem. Como frisamos: até o boi-deus nasceu de vaca virgem. Está explicado o nascimento de Jesus de uma virgem. É uma cópia dos deuses de outras religiões.

Vejamos como criaram Jesus, plagiando também outros homens-deuses mais antigos:

Leia sobre os mitos de Zoroastro e de Mithra que você encontrará também muitas semelhanças. Mithra por exemplo, cujo mito precede o de Cristo em pelo menos 600 anos, NASCEU DE UMA VIRGEM, NO DIA 25 DE DEZEMBRO, era considerado mestre e bom pastor entre os seus, executava milagres e tinha doze companheiros, foi enterrado e ressuscitou três dias depois! O DIA DE DOMINGO ERA GUARDADO COMO DIA DE DESCANSO DOS MITRAISTAS.

O mito de Buda também precede o mito cristão e, veja que maravilha: Buda NASCEU DA VIRGEM MAYA, ele aboliu a idolatria, operava milagres era considerado o bom pastor e subiu ao Nirvana, ou céu. ( Apud Lelê Teles- esritor e roteristra brasileiro).

É incrível como criaram o mito Jesus, do qual os grandes historiadores da época nada falaram. Nem Pilatos que teria julgado o "filho de deus", nos seus escritos diários (ACTA PILATIS) faz qualquer referência ao tumultuado julgamento de Jesus, que ele teria presidido, embora tenha registrado fatos muito mais banais. Nem consta dos escritos do Rei Herodes uma linha sequer sobre o Nazareno.

Nos 813 manuscritos do Mar morto, que são os maiores e mais confiáveis escritos já feitos pelos antigos judeus, que relatam os principais acontecimentos de 225 a.C. ao ano 65 d.C., não há mínima referência ao nome de Jesus Cristo Assim como, também não há referencia a Jesus Cristo, nos inúmeros relatos feitos pelos historiadores antigos como: Flávio Josefo (35-100 d.C. autor de A Guerra Judaica). Filon de Alexandria (25 a.C. -  50 d.C.), Plínio o Jovem (que viveu de 62 a 113 e foi sub-pretor da Bitínia). E Plínio o Velho 23-79?.

Será que Pilatos, Herodes, todos os grandes escritores da época estavam contra o milagroso Jesus, ou este nunca existiu?
É certo que os milagres de Jesus não passam de uma grande farsa, são cópia de milagres que teriam sido praticados por outros deuses mais antigos, como foi visto. Os milagres de Jesus não aconteceram, porque Jesus nunca existiu. Não há nenhum registro histórico da existência de Jesus. Os evangelhos não servem como base histórica, exatamente porque foram escritos para criarem a figura mitológica de Jesus, copiando os feitos e milagres de outros deuses muito anteriores.

Você quer continuar acreditando, que Jesus curou todas as doenças praticando o exorcismo, o que, segundo os conhecimentos de hoje, é inteiramente falso; você quer continuar a acreditar que todas as doenças são causadas por possessão demoníaca, o problema é seu.

NA ÍNDIA, MILHÕES DE PESSOAS VENERAM COMO SAGRADAS AS VACAS, AS COBRAS, ALGUMAS ESPÉCIES DE MACACOS E ATÉ RATOS, CONSTRUINDO MAJESTOSOS TEMPLOS PARA ESTES. A grande desculpa é a fé que justifica tamanhos absurdos, como acreditar em animais sagrados e que os demônios são responsáveis pelas doenças e pestes que assolam a humanidade e que Jesus curou todos os doentes por meio de exorcismos.

É!! - Vamos respeitar.
 

 

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