TOLERÂNCIA DE RELIGIOSA

 

Pastor tenta promover a tolerância e o respeito entre as religiões.  Será que isso prospera?

 

Igrejas convidam sacerdotes judeus e muçulmanos para ler e pregar em templos
Publicado por Renato Cavallera em 27 de maio de 2011

Dentro de um mês, em 26/6, em diferentes partes dos Estados Unidos serão feitas leituras do Alcorão, da Torá e de outros textos sagrados como parte de uma iniciativa para combater a intolerância contra os muçulmanos e os estereótipos negativos de grupos religiosos.

A conferência Fé compartilhada: Unindo-se em oração e entendimento, é um projeto da Interfaith Alliance e da Human Rights First. Welton Gaddy, presidente da Interfaith, organização que luta pela liberdade religiosa, afirma: “a retórica antimuçulmana tem permeado a visão dos norte-americanos. Ela me deixa chocado e entristecido. Como ministro cristão e pastor de uma congregação local, é importante para mim, para nossa nação e para o mundo saber que nem todos os cristãos promovem o ódio, atacam religiões diferentes da sua e degradam as escrituras sagradas de outros… queremos lê-las e não queimá-las”.

Gaddy é um pastor batista que dirige a Igreja Northminster na cidade de Monroe, Louisiana. Esta é apenas uma das 50 congregações espalhadas por 26 estados americanos que convidaram líderes judeus, muçulmanos e cristãos para que leiam porções dos textos sagrados uns dos outros. O objetivo é enviar uma mensagem de tolerância a todo o mundo. A primeira a realizar o evento será a mais importante igreja católica americana, a Catedral Nacional de Washington.

Tad Stahnke, da Human Rights First, organização de defesa dos direitos humanos, afirma que a falta de respeito pelos muçulmanos faz com que fique muito mais difícil para os Estados Unidos falar com autoridade sobre questões de direitos humanos no mundo árabe.  Ele explica: “Queremos enviar uma mensagem ao mundo sobre respeitar as diferenças religiosas e rejeitar o fanatismo religioso e a demonização do Islã ou qualquer outra religião”.

Ao se reunirem para ler e ouvir trechos de textos sagrados diferentes dos seus, os organizadores acreditam que os líderes cristãos, judeus e muçulmanos envolvidos podem ser um modelo de respeito e cooperação, criando oportunidades concretas para construir e fortalecer as relações dessas tradições de fé distintas. Eles pretendem levar a iniciativa a outros países no futuro.

http://noticias.gospelmais.com.br/igrejas-convidam-sacerdotes-judeus-muculmanos-pregar-templos-20170.html

 

Não parece fácil essa idéia prosperar.  Se as escrituras sagradas dos judeus contêm ordens de Yavé para matar os adoradores de outros deuses, o que foi feito por Josias, rei de Judá;

Se a mensagem cristã é que quem não crer em Jesus será condenado;

Se para cristãos os judeus rejeitaram o salvador;

Se o cristianismo romano matou tanto em nome dá fé quando tinha poder;

Se o islamismo procura impor sua fé a todos onde tem o domínio político;

Será que hoje haverá como harmonizar esses credos?

Para os adventistas será um prato cheio. Pois dizem que a besta do apocalipse promoverá a união de todas as igrejas, exceto a adventista.

 

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