O MAIOR ENGANO A QUE O MUNDO SE SUBMETEU

- 03/03/2003 -

 

Através de aplicação descontextualizada de vários textos das escrituras sagradas dos hebreus, os cristãos conseguiram passar ao mundo a ideia de que Jesus de Nazaré foi o filho de Yavé enviado à Terra para a salvação da humanidade. A história nada deixou sobre Jesus em seus dias e mostra falsificações em séculos posteriores. Mas uma simples análise da própria Bíblia nos deixa claro que o Cristianismo é um dos maiores enganos a que o mundo já se submeteu.

Até várias décadas após a data conhecida como da crucifixão de Jesus, se o cristianismo tiver existido, ninguém dos historiadores da época soube de sua existência. Nenhum escritor dos dias em que Jesus teria vivido conheceu um homem chamado Jesus que fazia milagres e foi executado na cruz. A existência de um grupo de judeus que tivesse um líder chamado Yeshua e considerado o "Messias", "Cristo", "Ungido", mesmo que bem pequenino, teria chegado ao conhecimento de historiadores como Filon, que relatava os fatos dados em Jerusalém, e outros.  Muito mais teria sido objeto de comentário, se esse grupo dissesse que seu líder executado tivesse ressuscitado.

 

O que o povo não sabia, e muitos não sabem até hoje, é que os autores do Novo Testamento usaram textos que nada tinham a ver com predição, ou era predições de coisas que deveriam ocorrer em tempos determinados no passado e não ocorreram, adaptando tudo a Jesus. A isso deve em muito o sucesso do Cristianismo.

 

Tudo converge para corroborar a conclusão de Joseph Atwill de que Jesus seja uma criação dos romanos para derrotar psicologicamente os judeus.

 

Para desvendar o grande engano, analisarei aqui os principais textos usados nos evangelhos como profecias sobre Jesus:

 

a "virgem" de Isaías;
O salvador de Belém;
O filho chamado "do Egito";

A matança dos meninos;
A "grande luz";

"Ele tomou sobre si as nossas enfermidades";
O "servo do senhor";

Falando em parábolas;
O rei "montado sobre um jumento";
As "trinta moedas de prata";
"nem um de seus ossos será quebrado".

Após a leitura de todos esse textos, o leitor poderá entender que tudo foi desviado do contexto, e nada era referente ao suposto Jesus de Nazaré.
 

Se
A "virgem" de Isaías não era uma Maria de Nazaré;
O salvador de Belém seria dos dias da Assíria, não dos dias de Roma;
O filho chamado "do Egito" teria sido Israel, o povo, não uma pessoa;
A "grande luz" seria o livramento dos israelitas do jugo assírio;
O "servo" escolhido da profecia dominaria, não seria "quebrantado";
O rei "montado sobre um jumento" não seria um mártir, mas o dominador;
As "trinta moedas de prata" eram do tempo da separação de Judá e Israel;
O "pastor insensato" não poderia ser Jesus, que eles dizem ser onisciente;
... "nem um de seus ossos será quebrado" não se referia ao cadáver de um deus crucificado, mas ao homem justo de forma geral;
O que mais precisaríamos para perceber que o Cristianismo é o maior engano a que o mundo foi submetido?

 

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