ECLIPSE SOLAR E TEXTOS SAGRADOS – HUMANIDADE DA VISÃO DIVINA -- 30/09/2006 -

 

A religião tornou tão limitada a compreensão humana, que até as coisas de mais simples explicação se tornam extremamente complexas, para louvor da grandiosidade e sabedoria divina. Mas a própria palavra chamada "divina" se mostra uma visão equivocada do homem do passado.

"De tão freqüente, este fenômeno tem sido banalizado, explicado quase que tão exclusiva e cientificamente, que deixamos as idéias de Deus de lado, e nos atemos a seguir em frente, sem sequer parar para pensar, como pode acontecer tamanha "coincidência": astros tão distantes e de volumes tão diferentes, aparentarem para nós, serem do mesmo tamanho e peso; Sol e Lua, dois grandes luzeiros;

Gênesis:

A criação do céu e da terra e de tudo o que neles se contém.

1.14 - E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados (ou estações) e para dias e anos.

1.15 - E sejam para luminares na expansão dos céus, para alumiar a terra. E assim foi.

1.16 - E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. (José Maria Gomes Neto, ECLIPSE SOLAR E TEXTOS SAGRADOS, Instituto de Pesquisas Projeciológicas e Bioenergéticas).

Como pode acontecer tamanha "coincidência": astros tão distantes e de volumes tão diferentes, aparentarem para nós, serem do mesmo tamanho e peso?

Eu pergunto: que complexidade há nisso? Eu perguntaria "como pode", se os dois astros de tamanhos diferentes estivessem à mesma distância da Terra e aparecessem iguais. Aí haveria algo inexplicável. Não vou negar que haja uma coincidência quase perfeita – e coincidências nós encontramos constantemente até nas coisas que fazemos. Ganhar em uma loteria, por exemplo, é uma boa coincidência de números - Mas, se observarmos bem, a Lua fica um pouquinho maior do que o Sol no nosso plano visual, cobrindo-o completamente no eclipse.
 



As sobreposições de imagens acima são de fotos de um mesmo eclipse. Note-se que, se sobrepomos a Lua a ela mesma deixando aparecer uma parte de largura semelhante a que está na sobreposição ao Sol (imagens invertidas), a área de interseção fica bem mais redonda do que a área de interseção da sobreposição da imagem da lua cobrindo parcialmente o Sol. Isso mostra que a Lua está para nós um pouquinho maior do que o Sol. E, na imagem do meio, vemos com mais nitidez o quanto sobra da Lua ao ser sobreposta ao Sol.

No Gênesis, o escritor bíblico chamou o Sol e a Lua de dois grandes luminares, porque eram os dois que lhe pareciam grandes, sendo as estrelas minúsculas junto deles, o que na realidade não é. E deve ter chamado o Sol de "luminar maior" devido ao seu brilho intenso. Isso mostra que quem escreveu o Gênesis era uma pessoa como qualquer um de nós. E quem disse que "as estrelas cairão do céu" (Mateus, 24: 29) também não era mais do que um ser humano que imaginava que as estrelas são pequeninos corpos luminosos. Como é impossível as estrelas caírem aqui, isso já deveria ser suficiente para as pessoas entenderem que não ocorrerá também o surgimento de qualquer pessoa nas nuvens do céu.

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