Pouco visível e perigosa. Existe em Minas Gerais.
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O contato com essas lagartas é perigoso para seres humanos e animais.

Queimaduras: Os espinhos são ocos e conectados a glândulas de veneno. O toque rompe as cerdas, liberando toxinas que causam dor intensa, queimação, vermelhidão e inchaço imediato.
Sintomas Sistêmicos: Além da dor local, podem ocorrer dores de cabeça, náuseas, vômitos e, em casos mais raros, complicações alérgicas graves.
Atenção: Embora muitas taturanas verdes causem apenas reações locais, lagartas do gênero Lonomia (também da família Saturniidae e com formato de “pinheirinho”) podem causar quadros hemorrágicos graves e insuficiência renal.
O que fazer em caso de acidente
Lave a área: Use água fria e sabão para remover resíduos do veneno.
Compressas frias: Aplique gelo ou compressas geladas para aliviar a dor e o inchaço.
Remova cerdas: Se houver cerdas presas na pele, elas podem ser removidas cuidadosamente com o auxílio de uma fita adesiva.
Busque ajuda médica:
Procure o serviço de saúde mais próximo, especialmente se houver sintomas intensos ou se a lagarta for identificada como uma Lonomia (para a qual existe soro específico produzido pelo Instituto Butantan).
Características Biológicas Hábito: São gregárias (vivem em grupos) e costumam ficar camufladas em troncos ou sob folhas de árvores frutíferas e ornamentais.
Transformação: Após o estágio de lagarta, elas se transformam em mariposas conhecidas por terem manchas que lembram “olhos” nas asas posteriores, usadas para assustar predadores.
Pouco visível em determinadas folhas:

Há risco de tocá-la sem perceber.
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