DINOSSAURO DE QUATRO MIL E TREZENTOS ANOS?!

Museu da Criação revela fóssil de dinossauro que teria morrido num dilúvio há 4.300 anos e o classifica como “prova da narrativa do Gênesis”
Publicado por Tiago Chagas em 23 de maio de 2014

Museu da Criação abriu uma nova exposição, que conta com um esqueleto de 30 metros de comprimento de um Allosaurus, que se assemelha a um Tyrannosaurus rex, e divulgou que as descobertas dos estudos científicos no fóssil comprovariam que um dilúvio foi o responsável pela morte dos dinossauros.

Segundo o fundador do Museu da Criação, Ken Ham, o esqueleto foi encontrado há mais de dez anos no estado norte-americano do Colorado, e que a exposição “vai ajudar a defender o livro de Gênesis e expor os problemas científicos da teoria da evolução”.

O ministério Answers in Genesis, responsável pela curadoria do Museu da Criação, revela que os estudos mostraram que o esqueleto descoberto pertenceu a um animal morto numa grande enchente mundial há cerca de 4.300 anos atrás.

A informação confronta o relato de estudiosos que afirmam que os dinossauros viveram há mais de 60 milhões de anos, e ainda coloca a possibilidade de terem sido contemporâneos da humanidade.

“Os evolucionistas usam dinossauros para chegar às crianças e promover sua visão de mundo”, disse Ham. “Nosso museu utiliza dinossauros para ajudar a contar a sua verdadeira história, segundo a Bíblia”, acrescentou, segundo informações do Huffington Post.

O doador do esqueleto do Allosaurus, chamado Ebenezer, ao Museu da Criação foi a Fundação Elizabeth Streb, presidida por Michael Peroutka. O executivo, que já foi candidato a presidente dos Estados Unidos em 2004 pelo Partido da Constituição, disse que o fóssil é “um testemunho do poder criador de Deus na criação de dinossauros, e… também dá evidências para a verdade de uma inundação mundial e catastrófica da Terra no tempo de Noé”.

No entanto, pesquisadores rebatem as afirmações do Museu da Criação sobre o tempo em que o dinossauro em questão teria vivido e a causa de sua morte. Bill Nye, professor e estudioso do tema, disse que se “houve um grande dilúvio sobre a terra, o que seria de se esperar dos animais se afogando era nadar até um nível mais alto”, o que significa que seus ossos seriam misturados com fósseis conhecidos por serem de um período de tempo mais recente.

Já Daniel Phelps, presidente da Sociedade Paleontológica do Kentucky, afirmou que o Museu da Criação “decidiu, sem fazer pesquisa, que o fóssil de dinossauro é uma evidência do dilúvio de Noé”.

<http://noticias.gospelmais.com.br/museu-criacao-fossil-dinossauro-morrido-diluvio-67928.html>
 

Ultimamente temos notado que algumas religiões são capazes de criar até universidades com a finalidade de lançar dúvida sobre as descobertas científicas que desmascaram seus mitos.  E aí está um exemplo.  Alguém dito cientista querer convencer o mundo de que os dinossauros existiram em época tão recente.  Qualquer cientista sério sabe que isso é mais uma das falcatruas em defesa do pensamento primitivo.

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