“… o extremismo violento deve ser combatido em todas as suas formas”, disse Barak Obama. Todavia, o seu desejo é inaceitável ante a vontade divina, tanto muçulmana quanto cristã.
“O texto afirma que esse combate deve considerar a “reconciliação entre o ocidente e o mundo árabe, pela eliminação do armamentismo nuclear, pela afirmação da democracia, pelo respeito à liberdade religiosa e aos direitos humanos e da mulher, pela promoção do desenvolvimento econômico e a criação de oportunidades para todos em um mundo de paz e cooperação”.
<http://sul21.com.br/jornal/2011/09/em-mensagem-a-obama-dilma-defende-reconciliacao-entre-ocidente-e-mundo-arabe/>
Quão distante estamos de chegar a essa reconciliação, se depender das religiões!
A palavra divina dos muçulmanos ordena infundir “terror nos corações dos infiéis” (Alcorão, surata 3:151), que são os cristãos, os judeus, ou qualquer outro que não aceite o código de Maomé. A palavra sagrada judaica promete o mundo aos pés dos judeus e “vingança contra as nações que não obedeceram” seus preceitos (Miquéias, 5: 15). Os evangelhos cristãos dizem que quem não crer em Jesus está condenado (Marcos, 16:16).
O Islamismo, onde hoje tem o poder, abomina essa idéia de direitos humanos, direitos da mulher, etc. O judaísmo, basta ler o chamado Velho Testamento, para ver as barbaridades que praticou em nome de Yavé. O Cristianismo, quando no comando político, matou milhões de pessoas pelos mais simples motivos, mesmo fosse simplesmente duvidar de sua ‘verdade’. E essa mentalidade não mudou. Basta ver o que deixam escapar alguns dos nossos parlamentares. Querem impor a ideologia cristã ao resto do mundo, chamando a isso de democracia. “Somos maioria”, dizem. Então acham que o resto do povo terá que aceitar comportar como eles.
Obama pode ser sincero e estar cheio de boas intenções. Mas, enquanto houver judaísmo, cristianismo e islamismo dividindo o mesmo espaço geográfico e disputando o campo político, não haverá paz, mas guerra eterna.