Esses programas sociais constantes do quadro abaixo não foram só proposta. Lula fez tudo isto, que corre o risco de acabar.
É fato bem documentado que Bolsonaro desprezou todas essas coisas, cortando orçamento, esvaziando, quando não eliminando os programas sociais. Ele só deu um aumento provisório ao Bolsa Família 3 meses antes da eleição, para iludir o povo; tanto é que marcou validade para 3 meses, o que deixou bem claro que ele estava se prevenindo; pois, na hipótese de ele vencer a eleição, o valor do auxílio retornaria automaticamente ao baixo valor anterior.
Se Flávio ganhar esta eleição,
todos esses benefícios tendem a ser, como no governo do pai, esvaziados, quando não eliminados.
Ele pode até dizer agora que vai manter e até melhorar tudo isso. Mas, se eleito, seguirá o pai e seu ídolo Milei e tornará o Brasil uma colônia americana, e nós veremos nossas riquezas mineiras serem levadas em estado bruto, sem valor agregado, e a nossa petroleira acabará de ser sucateada. Mas o pior será o fim dos frágeis direitos trabalhistas que ainda nos restam.
A chamada “livre negociação” se sobrepondo à lei significa o empregado se colocar diante do patrão e ouvir, “para a sobrevivência da empresa, não podemos reajustar seu salário e vamos ter que cortar alguns benefícios, e, diante do excesso de empregados, vamos manter somente aqueles que aceitarem a nossa proposta.” E o trabalhador, vendo uma legião de desempregados a fim de tomar o lugar dele, se verá obrigado a aceitar um pedaço para não perder o tudo.
Nesse ambiente, onde os trabalhadores estarão bem mais pobres, todos terão que consumir menos, o que redundará em queda no comércio, consequentemente nas fábricas, que não terão para quem vender uma boa produção, e os produtores de alimento também terão uma baixa procura por seus produtos e despedirão mais trabalhadores, e o caos será sem precedentes.
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