“E se qualquer lugar não vos receber, nem os homens vos ouvirem, saindo dali, sacudi o pó que estiver debaixo dos vossos pés, em testemunho conta eles. Em verdade vos digo que haverá mais tolerância no dia de juízo para Sodoma e Gomorra, do que para aquela cidade.” (Marcos 6:11).
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Essa teria sido a determinação de Jesus. Mas, ao adquirir o poder, os cristãos não quiseram saber disso. Acharam melhor fazer o que Jesus prometeu fazer ele mesmo no tal “dia do juízo”: condenar e executar os que não cressem.
Quando, na Idade Média, os reis cristãos, por influência da igreja, resolveram colonizar o mundo levando o evangelho a todos eles, esqueceram a primeira parte do versículo. Em vez de sacudir o pó dos pés onde as pessoas não recebessem o tal “evangelho”, eles executavam a segundo parte: prendiam, torturavam e queimavam os incrédulos.
Diferentemente do Islamismo, cujo livro sagrado manda lutar pela causa do deus, matar e ser morto em troca do paraíso (Surata, 9:111), o Cristianismo hoje até poderia ser uma religião de paz e amor com base em seu livro sagrado. No entanto, em vez de deixar, como dizem, “nas mãos de deus”, quando conseguem, as igrejas cristãs procuram impor ao mundo suas ideias retrógradas: racismo, homofobia, misoginia e aumento da pobreza para melhor controle das mentes e enriquecimento das igrejas e seus chefes.
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