O prédio onde os homens judeus foram detidos não existe mais em Rosenstraße. Uma coluna cor-de-rosa foi erguida no local para celebrar o evento.
O protesto de Rosenstraße foi um protesto não-violento em Rosenstraße (“Rua da rosa”) em Berlim entre fevereiro e março de 1943, realizado pelas esposas não-judias (“Arianas”) de homens judeus que estavam presos e aguardavam a deportação. O protesto terminou com a libertação dos homens. Foi um exemplo significativo da resistência alemã ao Holocausto.
Após a derrota alemã na Batalha de Stalingrado, a Gestapo prendeu os últimos judeus de Berlim durante a operação que ficou conhecida como Fabrikaktion. Cerca de 1 800 homens judeus, quase todos eles casados com mulheres não-judias (os outros eram os Geltungsjuden, pessoas percebidas pelo regime nazistas como sendo judaicas) foram separados dos outros 6 000 presos e abrigados temporariamente em Rosenstraße 2–4, uma casa de abrigo para a comunidade judaica localizada no centro de Berlim.
Os 1 800 homens eram chamados de “judeus privilegiados”, uma categoria isenta de deportação e outras medidas antijudaicas pelo fato de serem casados com mulheres alemãs ou serem empregados na Reichsvereinigung der Juden in Deutschland (Associação do Reich para os judeus da Alemanha), organização estatal responsável pelo controle populacional dos judeus.
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Protesto_de_Rosenstra%C3%9Fe>
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