Dadas as dimensões, nós não conseguimos ver a Terra como ela é. Só depois de muitas observações, sábios gregos começaram a entender que o planeta não era como os antigos pensavam, e o desenvolvimento científico o confirmou.
Para os antigos hebreus, assim como para outros povos, a Terra era algo flutuantes sobre as águas do mar.

E os cristãos mantiveram essa ideia registrada nas escrituras sagradas ditas inspiradas por Yavé.

E, para eles a Terra era plana o suficiente para Satanás e Jesus avistarem, do cume de um alto monte, “todos os reinos do mundo” (Mateus, 4: 8).
Mas, para o autor do Apocalipse parece que a Terra era um pouquinho diferente, quadrada.

E, na Idade Média, o corajoso navegante Fernão de Magalhães, contrariou a poderosa igreja, desfazendo essa visão geoquadrangular:
“A igreja diz que a terra é quadrada, mas eu sei que ela é redonda, porque vi sua sombra na lua. Tenho mais fé em uma sombra do que na igreja.”
Negar que a Terra era plana e quadrada e o centro do universo dava até pena de morte. Mas, não obstante toda tentativa de impedir o conhecimento, hoje, diante do desenvolvimento astronômico e o mapeamento por satélite, nem a própria igreja é capaz de continuar defendendo essa ideia primitiva; pois já podemos ver nosso Planeta de uma perspectiva externa pelas lentes dos telescópio dos satélites.
Entretanto, antes mesmo da existência do Cristianismo, os sábios gregos já descobriram que a Terra é um globo. Mas, como a ciência não podia ser aceita naquilo que contrariasse as “verdades” divinas, a igreja lutou o quanto pôde contra as descobertas, e só mesmo o avanço científicos dos últimos séculos obrigaram a igreja a reconhecer o próprio erro.

Assim é o nosso planeta, um belo globo, não aquele disco centro do universo como teria informado o deus onisciente dos hebreus e dos cristãos.