A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO E SUAS CONSEQUÊNCIAS

Não temos uma informação segura sobre quem escreveu os evangelhos cristãos. Pois tudo parece ter sido arquitetado com a finalidade de seduzir o mundo contra os judeus com uma nova versão de um apanhado de mitos dos povos antigos de forma a pensarem ser relato de fatos autênticos.   Mas sabemos quem foi o primeiro a montar uma estória bem convincente numa época em que já não havia judeu na Judeia, e nem o nome Judeia já existia no mapa.  A uma população predominantemente analfabeta num mundo onde não havia imprensa seria muito difícil perceber que estava sendo enganada. 

Eusébio de Cesareia (ca. 265 – Cesareia Marítima, 30 de maio de 339) (chamado também de Eusebius Pamphili, “Eusébio amigo de Pânfilo”) foi bispo de Cesareia e é referido como o “pai da história da Igreja“, porque os seus escritos históricos são de suma importância para o conhecimento do cristianismo primitivo — é considerado o primeiro historiador do cristianismo.[1] O seu nome está ligado a uma crença curiosa sobre uma suposta correspondência entre o rei de Edessa, Abgar e Jesus Cristo. Eusébio teria encontrado as cartas e, inclusive, as copiado para a sua História Eclesiástica.”  <https://pt.wikipedia.org/wiki/Eus%C3%A9bio_de_Cesareia>

Nenhum escritor do primeiro século soube da existência de qualquer apóstolo nem do próprio Jesus, nem sequer um deles fez menção a um grupo que dissesse que seu líder executado tivesse ressuscitado.  Por isso bons historiadores já constatam que o Cristianismo foi criado por romanos a partir do século II.

Mas, mais de 2 séculos após a expulsão dos judeus da Judeia, cujo nome já estava fora do mapa, sendo substituído por “Síria Palestina”, nasceu ali esse romano que daria uma roupagem de verdade à nova versão de uma lenda antiga, mesclada com diversos textos das escrituras sagradas judaicas.

Nessa época, pegar um pergaminho velho e escrever um monte de lorotas, o que hoje chamam de “fake news”, era muito simples. Não havia método de datação, e até acrescentar parágrafos em cópias de obras verdadeiras, com o cuidado de ocultar ou destruir as originais era muito fácil.   Ele só não sabia que no futuro iria ser possível verificar melhor coisas do passado e, se pensou na possibilidade de um dia ser fácil consultar escritos a que aquele povo pobre não tinha acesso, sabia que, no seu tempo o seu trabalho teria sucesso, como realmente teve por muitos séculos.

Depois do bom resultado da obra de Eusébio, muitos outros se animaram a criar histórias, e até acrescentaram um famoso parágrafo na obra de Flávio Josefo falando de Jesus.  Nem se deram conta de que um dia alguém   fosse questionar por que, por vários séculos, os eruditos da igreja nunca usaram tal texto como prova histórica da existência de Jesus.   Talvez até tenham tentado, mas não conseguiram destruir as obras de escritores do primeiro século, cujo silêncio equivale a um retumbante grito a desmentir a alegação da ocorrência de um grande terremoto e uma escuridão de três horas, que, se fosse real, teria sido vista por mais da metade do mundo.   Como Sêneca e Plínio poderia deixar de registrar um eclipse incomum, de 3 horas, se registravam todos os eclipses reais de seus dias? Como Filon de Alexandria deixaria de escrever sobre um homem que curasse cegos e deficientes físicos e ressuscitasse mortos? Como ele, assim como outros contemporâneos, ficariam ser ter notícia sequer de um um grupo que dissesse que seu líder executado tivesse ressuscitado? 

Embora todas essas considerações tenham surgido e circulado pelo mundo, por incrível que pareça, bilhões de pessoas ainda acreditam até hoje nessa falcatrua romana, que derramou rios de sangue por tantos séculos e se tornou o tronco do qual saiu o conto do anjo que desceu do céu para ditar uma nova história a um mercador árabe e determinar aos fiéis o dever de matar e morrer em nome dessa dita “obra de deus” em troca de um paraíso, que alimenta o terrorismo até os nossos dias.  

Ver mais MALEFÍCIOS DA RELIGIÃO

Compartilhe este conteúdo:
WhatsApp
Telegram
Facebook
Twitter
Pinterest