“Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos” (Alcorão, Surata 9:111)
“Se não marchardes (para o combate), Ele vos castigará dolorosamente, suplantar-vos-á por outro povo, e em nada podereis prejudicá-Lo, porque Deus é Onipotente.” (Surata, 9: 39). Uma promessa para quem obedecer e uma ameaça para quem não o fizer.
Ouve-se muito falar em “interpretação distorcida do Alcorão” em referência aos grupos terroristas. Parece que esses que fazem essas afirmações não leram com atenção. Esse livro sagrado tem o terror como dever sagrado do muçulmano.
“Dize aos incrédulos que, no caso de se arrependerem, ser-lhes-á perdoado o passado. Por outra, caso persistam, que tenham em mente o escarmento dos antigos. Combatei-os até terminar a intriga, e prevalecer totalmente a religião de Deus. Porém, se se retratarem, saibam que Deus bem vê tudo o quanto fazem.” (Surata 3: 38, 39). Não está bem claro que o dever imposto pelo livro sagrado ao muçulmano é fazer guerra até impor o islamismo? Não é isso que tentam os terroristas?
“Combatei aqueles que não crêem em Deus e no Dia do Juízo Final, nem abstêm do que Deus e Seu Mensageiro proibiram, e nem professam a verdadeira religião daqueles que receberam o Livro, até que, submissos, paguem o Jizya” (Surata 9: 29). Essa foi outra solução proposta por Maomé, supostamente ditada pelo anjo de Alá: Impor um tributo a cada povo que se recusar a praticar o Islamismo. Recentemente tivemos notícias de que um grupo terrorista estava usando essa medida em um dos lugares que dominaram.
“Ó fiéis, que sucedeu quando vos foi dito para partirdes para o combate pela causa de Deus, e vós ficastes apegados à terra? Acaso, preferíeis a vida terrena à outra? Que ínfimos são os gozos deste mundo, comparados com os do outro! Se não marchardes (para o combate), Ele vos castigará dolorosamente, suplantar-vos-á por outro povo, e em nada podereis prejudicá-Lo, porque Deus é Onipotente.” (Surata 9: 38, 39). Na realidade, se eles não fizerem guerra e não obrigarem os outros a praticarem essas barbaridades, os outros vão impedi-los de praticá-las. Aí, o dito onipotente Allah nada faz, mas eles acreditam ser ele que os entrega aos outros.
“Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas, em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos.” (Surata 9:111). Isso é o Islamismo prescrito por Maomé: matar e morrer em troca do suposto paraíso.
“Ó fiéis, combatei os vossos vizinhos incrédulos para que sintam severidade em vós; e sabei que Deus está com os tementes.” (Surata 9:123).
“Em verdade, Deus aprecia aqueles que combatem, em fileiras, por Sua causa, como se fossem uma sólida muralha.” (61:4). Quer dizer: Se você quer agradar a Deus, vá praticar terrorismo, torturar, matar, impor sua fé ao resto do mundo.
O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo.” (Surata 5: 33)
“Infundiremos terror nos corações dos incrédulos” (Surata 3: 151).
E, depois de tudo isso, ainda há tanta gente de fora acreditando que o Islamismo não é uma ameaça ao resto do mundo! Essa conversa de religião de paz é só onde há obstáculos no caminho. Onde não há, você obedece, ou é castigado, ou morre.