“… e, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. “Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.” (Mateus, 24: 12, 13). Que argumentou melhor haveria para assegurar a longevidade da nova religião?
Essa foi a jogada mais experta de um dos psicopatas criadores do cristianismo: Percebeu ele que, a qualquer tempo que a igreja começasse a perder adeptos, uma parte ficaria mais crente acreditando que estivesse chegando ao fim previsto, e a possibilidade de arrebanhar novos fiéis seria grande, argumentando-se que a palavra divina estaria cumprindo-se. É o argumento que vemos hoje, quando a religião está definhando irreversivelmente nos países desenvolvidos, conforme quadro abaixo:
Com todas essas coisas na cabeça, pensando que o deus onisciente ofuscou o entendimento dos grandes e capacitou os pequeninos para entender (Mateus, 11: 25), são poucas as pessoas capazes de perceber que estão sob as amarras dos equívocos do pensamento primitivo. Estão cercados de justificativas para todas as falhas da chamada “palavra de Deus”.