Em primeiro lugar, eu não poderia acreditar em nenhum deus, porque nenhum deles, ditos oniscientes, sabia que a Terra não é o centro do universo, e todos disseram muitas coisas equivocadas, espelhando puramente o pensamento dos homens dos tempos em que foram escritos os livros sagrados.

Em segundo lugar, o principal deus que o mundo inteiro já conhece é o que mais se contradisse ao longo dos séculos em que as ditas suas palavras foram escritas.
Em terceiro lugar, entre outras fantasias religiosas, o cerne da fé da maior religião do mundo não existiu nos primeiros livros da Bíblia, só vindo a fazer parte das crenças judaicas depois que ele vieram em Babilônia, e na Pérsia, ficando bem claro que judeus aprenderam pensar que terão uma ressurreição e uma vida eterna adotando pensamento do povo dito gentio entre o qual viveram.
Se o deus dos judeus, dos cristãos e dos muçulmanos fosse real, ele não se teria enganado quanto a muitas coisas de que a ciência tem prova cabal atualmente; e, se a ressurreição fosse real, esse deus a teria prometido aos seus homens escolhidos desde o Gênesis. Além disso, a dita palavra de deus prometeu que os judeus derrotariam a Assíria de dominariam o mundo, e isso não aconteceu; prometeu que eles não seriam mais molestados pelos gentios após a queda de Babilônia, mas eles continuaram sendo dominados por outros adoradores de outros deuses; prometeu que os reinos do mundo seriam entregues a eles após a grande tribulação sofrida sob domínio de Antíoco IV, e isso também falhou. E finalmente, os judeus foram expulsos da dita terra da promessa pelos romanos, e o Cristianismo surgiu em Roma baseado em narrações as mais contraditórias, citando textos judaicos descontextualizados, ainda com ideias tão equivocadas quanto as de povos mais antigos. O raciocínio lógico não me permite acreditar em contos tão primitivos e contraditórios.
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