Segundo os cristãos, Jesus era, uma hora filho de Yavé, outra hora o próprio Yavé. Assim, teria ele que ser onisciente, não poderia enganar-se. Todavia, o que se diz sobre Jesus o mostra assaz equivocado. Vejam os cinco equívocos que atestam que Jesus é produto do pensamento dos homens de dois mil anos atrás.
O mundo de Jesus era plano! Como poderíamos acreditar nele?
“Novamente o Diabo o levou a um monte muito alto;
e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles“
(Mateus, 4: 8).
Imaginando que emoções e intenções estivessem no coração, desconhecia que essa função é do cérebro
(Mateus 15:18,19).
Doenças mentais seriam possessão de demônios
(Mateus, 8:16)
Pensava que um relâmpago fosse visto simultaneamente no mundo inteiro!
(Mateus, 24: 27).
Pensava que as estrelas fossem bolinhas luminosas que pudessem cair.
(Mateus, 24: 29).
Como um deus, ser onisciente poderia cometer os mesmos equívocos humanos? Todos os enganos contidos nas chamadas palavras divinas, como esses atribuídos a Jesus, são provas incontestes de que a chamada onisciência não existe. Jesus, como qualquer outro deus, não tinha conhecimento além do conhecimento dos homens daqueles tempos, o que evidencia que ele foi criado por eles.