ISLAMISMO É RELIGIÃO OFICIAL NO EGITO


Religião no Egito controla muitos aspectos da vida social e é aprovada por lei. A religião oficial do Egito é o Islã, embora as estimativas variem muito na ausência de estatísticas oficiais. Desde o censo de 2006, a religião foi excluída e, portanto, as estatísticas disponíveis são estimativas feitas por agências religiosas e não governamentais. O país é majoritariamente muçulmano sunita (estimado em 85-95% da população), com o segundo maior grupo religioso sendo os cristãos ortodoxos coptas (com estimativas variando de 5-15%). Os números exatos estão sujeitos a controvérsia, com os cristãos alegando que foram sistematicamente subcontados nos censos existentes.[1]


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O Egito hospeda duas grandes instituições religiosas. Mesquita Al-Azhar, fundada em 970 d.C. pelos Fatimidas como a primeira universidade islâmica no Egito e a Igreja Copta Ortodoxa de Alexandria estabelecida em meados do século I por São Marcos.[2]

No Egito, muçulmanos e cristãos partilham uma história , identidade nacional, etnia, raça, cultura e língua comuns.[3]

Em 2002, sob o governo Mubarak, o Natal copta (7 de janeiro) foi reconhecido como feriado oficial,[4] embora os cristãos se queixem de estarem minimamente representados na aplicação da lei, na segurança do Estado e em cargos públicos, e de serem discriminados no mercado de trabalho em a base de sua religião.[1][5][6]

Referências
«Egypt from “The World Factbook”». American Central Intelligence Agency (CIA). 12 de janeiro de 2017
How many Christians are there in Egypt?. [S.l.]: Pew Research Center. 2011. ISBN 978-2024194347
«Egypt, US State Dept 2008 International Religious Freedom Report». Bureau of Democracy, Human Rights, and Labor. 2008
«Copts welcome Presidential announcement on Eastern Christmas Holiday», Arabic News, 20 de dezembro de 2002, cópia arquivada em 2007.
«Egypt: Events of 2005», Egypt: Overview of human rights issues in Egypt. 2005, Human Rights Watch, 18 de janeiro de 2006.
Arab Barometer Wave V (2018 – 2019) «Data Download» Data can be also accessed using the «Online Data Analysis Tool». Consultado em 10 de outubro de 2019

<https://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_no_Egito>

A história do Islamismo no Egito parece ser verdadeira.   Já a história cristã, esta tem o início duvidoso, e acredito ser falso.

“Eusébio de Cesareia (ca. 265 – Cesareia Marítima, 30 de maio de 339) (chamado também de Eusebius Pamphili, “Eusébio amigo de Pânfilo”) foi bispo de Cesareia e é referido como o “pai da história da Igreja”, porque os seus escritos históricos são de suma importância para o conhecimento do cristianismo primitivo — é considerado o primeiro historiador do cristianismo.[1] O seu nome está ligado a uma crença curiosa sobre uma suposta correspondência entre o rei de Edessa, Abgar e Jesus Cristo. Eusébio teria encontrado as cartas e, inclusive, as copiado para a sua História Eclesiástica.”  <https://pt.wikipedia.org/wiki/Eus%C3%A9bio_de_Cesareia>

Nenhum escritor do primeiro século soube da existência de qualquer apóstolo nem do próprio Jesus, nem sequer um deles fez menção a um grupo que dissesse que seu líder executado tivesse ressuscitado.  Por isso bons historiadores já constatam que o Cristianismo foi criado por romanos a partir do século II, o que coloca essa primeira igreja cristã do Egito na lista das invenções.  

A exclusão da religião dos itens de estatística é só mais um dos diversos recursos de favorecimento à desinformação, coisa notoriamente característica de todo poder político religioso.  Assim, a historia tender a ser o que a religião quer contar.

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